CRONISTA URBANO 3.0

Música, cinema, livros e o cotidiano.

Entre as safras

Dessa vez, nada de stress psicológico ou qualquer outro abalo. O que realmente mudou foi a vontade de acompanhar a rede, de descobrí-la e aproveitar as suas vantagens. A culpa disso tudo vem da burocracia enfrentada nas 06 horas diárias sentado de frente à uma tela, cobrado em velocidade de digitação e raciocínio, bem como outros resultados internos. Nada de mais, afinal, até que estou me adaptando bem. Só que, no aconchego do lar, a coisa muda.

Em seu canto, o micro trabalha sozinho. Os torrents vêm rapidamente, carregando consigo as discografias de Tori Amos e Chico Buarque de Hollanda. Eu? Bem, estou lendo um livro, vendo um filme e indo até ele em cada par completo de horas. Não combina com a tranquilidade caseira moldar o traseiro em forma de quadrado, esperando as porcentagens aumentarem. Que o Pentium faça isso sozinho, pois já é bem forte para tal tarefa.

Entretanto, esse recanto não ficou abandonado. É que, entre os ovos que as socialites jogam das sacadas de seus apês e os mortos do caos aéreo, a Imprensa já fala bastante sobre as nossas mazelas. A criatividade foi passear longe daqui, ao menos por enquanto, e me tirou momentaneamente o brilhantismo – ou será o tempo vago? – das atualizações desse blog. Mas aguarde, amigo(a), pois ele continuará atualizado; é só uma questão de tempo.

Enquanto isso, Morena, dos Los Hermanos, sai dos alto-falantes.

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2 Responses

  1. emi. disse:

    a tori é tão legal… ;D

    vou me consolar com ela enquanto você descansa um pouquinho. mas não demore, viu moço.

  2. delveccio disse:

    torrents, até hoje não sei lidar com eles.
    mas aproveite aí você e pega emiliana torrini
    o/

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