CRONISTA URBANO 3.0

Música, cinema, livros e o cotidiano.

Concursos e crimes

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Concursando – Depois de tantos dias já passados entre alguns casos de clientela prepotente, semi-analfabeta e milhares que não entendem as dificuldades de uma central de telemarketing em lidar com seu maquinário, um raio de luz apareceu. Despontou de surpresa, continuando com a tranquilidade com que levo tudo desde as avaliações que prestei. Me levou para a segunda fase do concurso público para a Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Taubaté, quando as práticas serão cobradas.

O atendimento com a Telefónica tapa os meus buracos e me livra da melancolia do desemprego. Entretanto, por maiores e desafiadoras que sejam as metas. propostas e neuroses de lá, voltei a pensar no meu diploma e nas possibilidades do ramo de trabalho que escolhi por vocação e paixão. Na terça-feira, rola o reconhecimento do território; no domingo, a prova prática às 14 horas. Se tudo correr bem, nem preciso dizer para qual caminho vou correr, né?

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Vida Loka – Comecei há pouco a leitura de Educação de um Bandido, a autobiografia de Edward Bunker. O sujeito é mais um caso de moleque sacana que, após ver sua família dissolver-se na onda de alcoolismo e desolação da Grande Depressão de 1929, passou por diversos reformatórios e culminou, ainda menor de idade, no cadeião de San Quentin. Só que, dentro da cadeia, ele devorava livros e arriscava seus escritos num ritmo alucinante. Assim alcançou sua redenção em 1975, com um romance aceito para publicação e muito bem recebido pela crítica e público. Esse é o mote do escritor de prosa gangsta, ídolo do Tarantino e especialista no descaso da sociedade para com os desajustados à ela.

Ainda não dá para dizer muito sobre a vida de Bunker. Mas, de cara, trata-se de um livro que superou minhas expectativas iniciais. Ainda mais quando eu jurava que, de longe, era a capa de mais um dos livros do Bukowski! O legal foi ver como a prosa sem meias palavras do grande Eddie, que ao mesmo tempo é profunda e reflexiva, me cativou.

Quando terminá-lo, falo sobre minhas impressões.

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CD-PLAYER: The Boy With No Name, o mais novo e belíssimo lançamento dos caras do Travis. Como foi bom esses caras darem um tempo, para depois voltarem com essa beleza de bolachinha. Arrebenta com o melado do Coldplay, por mais que ambos sejam bons – embora, dentre a carreira da banda, The Man Who ainda seja o campeão. E nisso, depois de diversas audições, fui obrigado a concordar com a Emily!

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4 Responses

  1. Léo!
    boa sorte!
    espero mesmo que dê tudo certo pra vc.

    Beijos!

  2. Cara,

    Boa sorte. Ficar desempregado não é nada fácil. Espero que você consiga mesmo.

    Deus o abençoe!

  3. e. disse:

    viiiu, travis é ótimo, mas ‘the man who’ ainda é o the best.
    ;]

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