CRONISTA URBANO 3.0

Música, cinema, livros e o cotidiano.

Buscadores e marmóreas valquírias

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Relações improváveis – Um dia entenderei o que faz com que os malucos do Google associem o nome desse site à uma mãe suicida do ABC paulista. Dias atrás, alguém procurou por Duke Nukem, aquele famoso joguinho de computador, na barra de busca dele e uma referência foi listada com o Cronista – ainda que remotíssima.

Logo, mais das buscas malucas e das relações mais improváveis ainda desse blog com o que caçam por lá. Serão várias, acredite.

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Na Bizz desse mês – Antes de ir trabalhar, sempre passo na banca de revistas e procuro pelas publicações sobre música. Como já é mania, leio-as da mesma forma que faço provas de concursos públicos: de trás para frente. Só que revistas são muito mais atrativas do que as avaliações, ainda mais quando a seção de resenhas dos novos discos fica lá para o final.

Foi nesse finalzinho que achei um texto interessante sobre uma coletânea da modelo-atriz-cantora-compositora Nico. Ela cantou com os chapados do Velvet Underground, fez uma ponta num filme do Fellini e, dizem as más línguas, fez um sexo oral caprichado no Jim Morrison – há até uma passagem sugestiva no filme The Doors (do Oliver Stone), em que ela aparece como um dos casos do “Rei Lagarto”. Depois de muita cocaína e crises depressivas, ela compunha e gravava sob a batuta do ex-VU John Cale, trazendo à tona canções gélidas com letras horripilantes sobre suas experiências. Foram essas canções que a celebrizaram.

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Como não comprei a revista, não me lembro do nome do sujeito que escreveu sobre The Frozen Borderline: 1968-1970. De qualquer forma, você pode procurar pela edição desse mês da Bizz, que tem o Miranda (produtor musical e jurado do programa Ídolos, do SBT) com uma marreta na mão sobre um fundo verde (foto acima). Quando encontrá-la, verá que o início do texto fala sobre o “magnetismo da marmórea valquíria”. Essa introdução textual, além da força artística que já conhecia da Nico, já valeram a leitura. Depois disso, os discos dela voltaram à minha wishlist de MP3.

E aí, ela vai para a sua lista também?

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Arquivado como:Música, Outros papos

2 Responses

  1. paulo piazera disse:

    Vou comentar que quem apresentou Nico ao Velvet foi Andy Warhol.
    O tal pensava que o rock deveria ser também uma arte visual, ou qualquer desse tipo.
    Qualquer dia deve sair aqui no Cronista a resenha do FILME ” Na Natureza Selvagem”, pelo menos eu espero.
    Você que leu o livro e matutou muito a respeito deve, com certeza, ser o crítico mais capacitado para tal empreitada.
    Um abraço.

  2. olha ! olha ! gostei!

    como andam as coisas? enfrentanto muito dissabores ao Head?!
    heheheheeee

    Tá muito bom isso aqui. Como sempre cheio de novidades!

    beijão!

    Ah, obrigada pela visita e pelo comentário tão sincero!

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